sexta-feira, 6 de setembro de 2019
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Origem do samba
A origem do samba está associada à mistura de elementos musicais herdados da África e da Europa que se deu na cidade do Rio de Janeiro no século XIX.
O samba é considerado por muitos críticos de música popular, artistas, historiadores e cientistas sociais como o mais original dos gêneros musicais brasileiros ou o gênero musical tipicamente brasileiro. A despeito da centralidade ou não do samba como gênero musical nacional, sua origem (ou a história de sua origem) nos traz o registro de uma imensa mistura de ritmos e tradições que atravessam a história do país.
O samba originou-se dos antigos batuques trazidos pelos africanos que vieram como escravos para o Brasil. Esses batuques estavam geralmente associados a elementos religiosos que instituíam entre os negros uma espécie de comunicação ritual através da música e da dança, da percussão e dos movimentos do corpo. Os ritmos do batuque aos poucos foram incorporando elementos de outros tipos de música, sobretudo no cenário do Rio de Janeiro do século XIX.
A partir do século XIX, a cidade do Rio de Janeiro, que se tornara a capital do Império, também passou a comportar uma leva de negros vindos de outras regiões do país, sobretudo da Bahia. Foi nesse contexto que nasceram os aglomerados em torno das religiões iorubás na região central da cidade, principalmente na região da Praça Onze, onde atuavam mães e pais de santo. Foi nessa ambiência que as primeiras rodas de samba apareceram, misturando-se os elementos do batuque africano com a polca e o maxixe.
A palavra samba remete, propriamente, à diversão e à festa. Porém, como o tempo, ela passou a significar a batalha entre especialistas no gênero, a batalha entre quem improvisava melhor os versos na roda de samba. Um dos seguimentos do samba carioca, o partido alto, caracterizou-se por isso. Como disse o pesquisador Marco Alvito em referência à história da palavra:
“Um das possíveis origens, segundo Nei Lopes, seria a etnia quioco, na qual samba significa cabriolar, brincar, divertir-se como cabrito. Há quem diga que vem do banto semba, como o significado de umbigo ou coração. Parecia aplicar-se a danças nupciais de Angola caracterizadas pela umbigada, em uma espécie de ritual de fertilidade. Na Bahia surge a modalidade samba de roda, em que homens tocam e só as mulheres dançam, uma de cada vez. Há outras versões, menos rígidas, em que um casal ocupa o centro da roda. (ALVITO, Marcos. Samba. In: Revista de história da Biblioteca Nacional. Ano 9. nº 97. Outubro, 2013. p 80). ”
Como referido, esse samba de roda determinou a essência do samba tipicamente carioca, isto é, seu caráter coletivo, com versos de improviso e refrões cantados em grupo. Na virada do século XIX para o século XX, o samba foi se afirmando como gênero musical popular dominante nos subúrbios e, depois, nos morros cariocas. Dois sambistas ficaram muito conhecidos nesse contexto: João da Baiana (1887-1974), filho da baiana Tia Perciliana, de Santo Amaro de Purificação, que gravou o samba “Batuque na cozinha”, e Donga (Joaquim Maria dos Santos) (1890-1974), que registrou, em 27 de novembro de 1916, aquele que ficou conhecido como o primeiro samba registrado em gravadoras: “Pelo telefone”.
A partir dos anos 1930, o samba ganhou grande espaço na indústria fonográfica e também foi usado pela política ditatorial de Getúlio Vargas na época do Estado Novo. Um dos grandes estudiosos das raízes do samba também era sambista e figurou entre os nomes que se alastraram no Rio de Janeiro nos anos 1930. Seu apelido era “Almirante”, seu nome era Henrique Foreis Domingues (1908 - 1980), que depois se tornou radialista. Almirante integrou o grupo “Bando dos Tangarás” junto a Noel Rosa na Vila Isabel. Sua obra No tempo de Noel Rosa busca por elementos folclóricos do samba urbano desenvolvido no Rio e relaciona esse gênero com as várias influências de outros ritmos musicais de várias partes do Brasil. Nomes como Wilson Batista, Noel Rosa, Cartola e Nelson Cavaquinho também se tornaram referência desse período.
Por Cláudio Fernandes
Origem dos livros
Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!
No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.
Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganharam maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos era superior à do papiro.
A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.
No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens.
Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos.
O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.
Por Rainer Sousa
domingo, 1 de setembro de 2019
22 coisas que só quem mora em Brasília vai entender
1. Dizer que "o céu é o mar de Brasília". Há até uma proposta de tombamento do céu da cidade como patrimônio cultural.
2. Saber que os carros vão parar na faixa de pedestres quando alguém quiser atravessar. Sempre.
3. Achar normal umidade do ar em 10% ou, às vezes, até menos. Enquanto isso, em São Paulo, todo mundo fica desesperado quando o índice atinge 19%.
4. Chamar radar de velocidade de "pardal".
5. Fazer rodinha de violão à noite perto da tocha na Esplanada dos ministérios.
6. Responder "pizza Dom Bosco" ou "pastel da Viçosa" quando perguntam qual é a comida típica da cidade.
7. Sair de casa de regata e bermuda, mas levar um casaco e um guarda-chuva no carro.
8. Não abrir mão de ter um carro, aliás (ou sofrer muito com o transporte público precário).
9. Encontrar lugares por setores e endereços que são coordenadas cartesianas, que parecem um mistério para quem não é de Brasília.
10. Chamar bicicleta de "magrela" ou "camelo".
11. Apelidar ônibus de "baú" e achar a gíria muito melhor do que "busão", como chamam em outras cidades.
12. Ouvir o tempo todo as perguntas "você conhece a Dilma? E o Lula?"
13. Falar o tempo todo "véi", que é parecido com o "meu" de São Paulo. A entonação pode dar vários sentidos para a gíria.
14. Falar que algo ruim é "paia".
15. Ver a cidade toda florida em setembro, época de florescimento dos Ipês.
16. Ir à feirinha da Torre de TV e saber que lá dá para comer um acarajé baiano, uma pamonha mineira ou tomar um tacacá paraense.
17. Ter sotaque difícil de identificar por pessoas de outras cidades, pois Brasília é feita de pessoas de diferentes regiões.
18. Ver a imagem abaixo e imediatamente saber que é de Athos Bulcão, pintor, escultor e desenhista brasileiro que deixou sua marca em diversos prédios de Brasília.
19. Passar em frente ao shopping Pátio Brasil e lembrar da época em que adolescentes emos reuniam-se em frente; local chegou a registrar 13 suicídios de jovens, que se jogavam dos andares mais altos.
20. Dizer que "Brasília é um ovo de codorna" quando te apresentam alguém que você já conhece.
21. Estar atrasado para algum compromisso e dizer que "está na ponte" quando ligam e perguntam "cadê você?".
22. Rir do terno do Messi na premiação da Bola de Ouro de 2014 (a roupa parecida com a dos garçons do Beirute, bar tradicional da cidade):
41 coisas que só quem é de Curitiba vai reconhecer
1. Chamar criança de "piá".
2. E chamar seus amigos de piá também.
3. Chamar estojo de "penal".
4. E túnel de "trincheira".
5. Ficar "de varde" depois do almoço.
6. Fazer cachorro-quente com "vina", e não com salsicha.
7. E explicar pro seu amigo de fora que ele deve pedir meio quilo de "batata baroa" se quiser fazer um purê de mandioquinha.
8. E meio quilo de "mimosa" se quiser fazer suco de tangerina.
9. Avisar que deixou algo para lá dizendo "larguei os bets".
10. Ficar tentando ver o prédio giratório girar.
11. Passar um café para comer com chineque (um tipo de pão doce, caso você não seja curitibano).
12. Dar informações detalhadas para quem vem à cidade entrar pelo Contorno.
13. Soltar raia (pipa, para os estrangeiros) quando era pequeno.
14. Olhar dentro do sapato antes de calçar com medo de encontrar uma aranha marrom.
15. Correr de briga (e de amigo chato) em dia de Atletiba.
16. Esperar a vida inteira por um táxi.
17. E duas encarnações pela construção do metrô.
18. Sair para beber e terminar a noite "cozido" (tecla SAP para o resto do Brasil: bêbado).
19. Até porque você já tinha caprichado no "tubão" (bebida alcoólica com refri) antes de sair.
20. Jurar que não tem sotaque.
21. Mas usar gírias como "dolangue" (para mentira, conversa fiada) e "djanho" (para diabo).
22. Ter colecionado os cofrinhos do Banestado.
23. Saber de cor a mensagem gravada que diz que "danificar ônibus, terminais, estações tubo ou não pagar a passagem encarece a tarifa".
24. E sair correndo dentro do ônibus quando percebe que está esperando o desembarque na porta errada.
25. Se espantar ao comer um x-salada fora de Curitiba e descobrir que ele vem sem presunto.
26. E desafiar os visitantes a comer rollmops.
27. Comprar sonhos de vários sabores do carro dos sonhos.
28. Encarar um x-montanha.
29. Acompanhado de Laranjinha (que não é refrigerante, embora seja gasosa).
30. Reconhecer um cocô de capivara.
31. Ouvir a tiazinha que grita "borboleta 13!" vendendo jogo do bicho no centro.
32. Comprar cocada no ônibus e passar mal no dia seguinte.
33. Conhecer não só o Oil Man, mas também a Associação de Homens-Óleo, e lamentar a extinção da Associação.
34. Xingar de "lazarento".
35. Sair de casa equipado para viver as quatro estações no mesmo dia.
36. Inclusive levando uma "japona" (e não jaqueta) na mochila.
37. Quando alguém pergunta do frio em Curitiba, dizer que o problema é o vento.
38. Brigar com os próprios conterrâneos para definir se é biscoito ou bolacha.
39. E acabar comprando uma Pipoteca.
40. Rebater os comentários de que curitibano é frio dizendo que, quando faz um amigo, é pra vida toda.
41. E saber que é mesmo.
31 coisas que só quem é de Recife vai entender
1. Acha super normal quando alguém fala que algo é "de hoje pra oito", como prazo de uma semana de entrega.
2. Entende quando fala que alguém é "frango" pra dizer que a pessoa é gay.
3. Bater um "comeu morreu", se referindo ao cachorro-quente de rua.
4. Não sabe o que é sentir frio tendo em vista que a mínima é de 25 graus.
5. Achar alguém "tabacudo" (babaca).
6. Fugir de "xexêro" (caloteiro).
7. Não marcar nada com aquele amigo "farrapeiro", aquele que sempre dá cano.
8. Ser "pirangueiro", o bom e velho pão duro.
9. "Gazear", faltar nas aulas.
10. "Filar" na prova (colar).
11. SEMPRE ficar preso no trânsito da Agamenon e da Rosa e Silva.
12. Tem que correr para "pegar o bacurau", ou seja, o último ônibus.
13. Não saber o que é pegar um ônibus vazio.
14. Dar de cara com uma farmácia Big Ben a cada esquina.
15. Zoar quem torce pro Náutico, afinal faz pelo menos uma década que ele não ganha nada.
16. Chamar alguém de "pixotinho" por conta da baixa estatura.
17. Falar que tudo que é bom é "massa" e tudo que é ruim é "peba".
18. Saber que rir dos outros é "mangar".
19. Odiar gente que faz "pantim", essa galera que é cheia de não me toques.
20. Ter visto o clássico Cinderela - A História Que Sua Mãe Não Contou.
21. Ficar "bicado" (bêbado) quando sai com os amigos.
22. Saber que quando alguém está macambúzo é que ela está triste.
23. Odiar com todas as forças "muriçoca" (pernilongo).
24. Explicar que Bolo de Rolo é a melhor coisa do mundo, e não, não é igual ao Rocambole.
25. Valorizar o suco de Pitanga com todas as suas forças.
26. Se esbaldar em um bolo de bacia com caldo de cana.
27. Se esbaldar numa Cartola.
28. Conhecer a história de Biu do Olho Verde e da Perna Cabeluda.
29. Se tem lá seus trinta anos sentir falta da Roxxy (pista de patinação).
30. Ter saudade da Livro Sete.
31. Explicar TODA VEZ que não é porque você mora em Recife que sabe dançar frevo.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
7 projetos surpreendentes desenvolvidos por Elon Musk, o Tony Stark da vida real
Magnata multimilionário, inventor e filantropo são algumas das características que descrevem Tony Stark, um dos mais queridos super-heróis do universo Marvel. Mas existe um empresário no mundo real que também possui as mesmas qualidades, e que inclusive inspirou o ator Robert Downey Jr. na construção do personagem por trás do Homem de Ferro: Elon Musk.
Nascido na África do Sul, criado no Canadá e hoje um dos mais ilustres nomes do meio tecnológico na Califórnia (EUA), Musk sempre foi um homem inquieto e fascinado pela ciência. Formado em Física e em Negócios, ele é um dos fundadores do sistema de pagamentos PayPal e da empresa automobilística Tesla. Musk é dono de uma criatividade que pode superar os limites da imaginação.
Os projetos mais intrigantes do “Tony Stark da vida real”. Todos eles nos deixaram de queixo caído. Será que o mesmo acontecerá com você? Confira!
1. Um Tesla Roadster no espaço
Por mais maluco que pareça, Elon Musk enviou ao espaço um veículo Tesla Roadster da primeira geração com um boneco vestido de astronauta sentado no banco do motorista. Atualmente, o automóvel viaja em uma órbita elíptica que gira ao redor do Sol, entre Marte e Júpiter. Mas por que ele fez isso? Para testar o voo inaugural de um foguete de cargas pesadas Falcon Heavy, produzido por sua empresa de tecnologia espacial, a SpaceX: o Tesla funcionou como um simulador de massa. “Os voos de teste costumam levar simuladores de massa, como blocos de aço ou concreto, mas isso parecia muito sem graça. E como tudo que é sem graça é horrível, decidimos enviar algo diferente, algo que provocasse emoções. A carga será um Tesla Roadster, que tocará a música Space Oddity, de David Bowie, durante uma viagem em uma órbita elíptica marciana”, anunciou Musk em 2017. O foguete com o veículo foi lançado em fevereiro de 2018.
2. Um sistema de transporte de passageiros que viajará a 1.200 km/h
Entre suas ideias e projetos mais futuristas, Musk vem desenvolvendo um inovador sistema de transporte chamado Hyperloop, que consiste em uma cápsula parecida com um trem, capaz de viajar a 1.200 km/h. A estrutura transportaria 28 passageiros e se deslocaria graças a um impulso magnético, como se viajasse sobre uma mesa de hockey, só que fechada, por meio de um tubo de aço com baixa pressão. Ainda que a ideia já tenha sido abortada por diferentes empresas, o projeto principal de Musk pretendia construir um sistema de transporte autossustentável: “Acho que poderíamos fazer com que se autoalimentasse instalando painéis solares nele, gerando assim mais energia”, afirmou o bilionário.
3. Um lança-chamas que qualquer um pode comprar
Musk anunciou, meio que em tom de brincadeira, que começaria a vender um lança-chamas por meio de outra de suas empresas, a The Boring Company (“A Empresa Entediante”). Apesar de a ideia parecer absurda, a revelação feita pelo empresário era totalmente verdadeira. Ele realmente colocou à venda o artefato, inspirado no filme S.O.S. — Tem um Louco Solto no Espaço, paródia de Guerra nas Estrelas. O objeto pode ser adquirido pelo site da empresa, que oferece um extintor para cada compra do lança-chamas efetuada. E apesar de o aparelho ser uma de suas criações mais polêmicas, Musk a defende com humor: “Quando o apocalipse zumbi acontecer, você vai se agradecer por ter comprado um lança-chamas. Eficaz contra uma horda de mortos vivos. Do contrário, devolvemos seu dinheiro!”
4. Bateria de automóvel com autonomia de 1,6 milhão de quilômetros
Por meio de sua bilionária empresa de carros elétricos, a Tesla, Musk e seu time vêm trabalhando em um conjunto de baterias com autonomia para percorrer 1,6 milhão de quilômetros, o que equivaleria a 80 anos de direção despreocupada para um motorista mediano, que percorre 20 mil quilômetros por ano. O objetivo de Musk e da Tesla é produzir uma bateria que dure tanto quanto o próprio carro, o que seria um grande passo rumo à sustentabilidade e a um futuro mais promissor para a humanidade. Ao mesmo tempo, a equipe vem pesquisando formas de fazer com que tais dispositivos possam ser recarregados em menos tempo e que sejam mais baratos que os atuais.
5. Desejo de colonizar Marte
Um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk é fazer com que os humanos vivam no Planeta Vermelho, segundo explica um artigo escrito por ele mesmo, intitulado “Making Humans a Multi-Planetary Species” ("Fazendo dos humanos uma espécie multiplanetária). Segundo Musk, o plano é transformar o ser humano em uma espécie autossustentável, que viverá em túneis sob o solo de Marte. Já a superfície estaria coberta por várias redomas de vidro e armações de fibra de carbono, capazes de cobrir e proteger inúmeros jardins com exuberante vida vegetal. Os seres humanos iriam até Marte em foguetes que não apenas percorreriam todo aquele planeta, mas também viajariam frequentemente à Terra. Existem planos ainda de robôs, no melhor estilo Star Wars, que seriam encarregados de construir os túneis.
6. Táxis que dispensam o motorista
Sim, é isso mesmo que você leu. Elon Musk já mencionou o lançamento de táxis com inteligência artificial, uma espécie de automóvel com piloto automático que poderia transportar passageiros sem a necessidade de um motorista. A principal intenção não é dificultar a vida dos profissionais que vivem de serviços de transporte particular, e sim fazer com que os donos de veículos desse tipo possam ganhar dinheiro quando não estiverem utilizando o carro. Musk afirmou ainda que a inovação pode estar nas ruas dos Estados Unidos já em 2020, graças ao desenvolvimento de um chip em que a Tesla tem trabalhado.
7. Ele quer conectar seu cérebro à Internet
Já imaginou poder controlar seus aparelhos eletrônicos e computadores apenas pensando no que quer que eles façam? Musk já está um passo à frente, e criou a Neuralink, empresa que pretende desenvolver dispositivos capazes de conectar o cérebro humano a aparelhos inteligentes. Como se fizesse parte de um filme de ficção científica, a Neuralink deseja fazer com que a mente execute tarefas como escrever, mover um cursor, selecionar aplicativos ou navegar na Web apenas com a força do pensamento, permitindo até que as pessoas troquem mensagens com as outras sem sequer abrir a boca nem mover os dedos para escrever. Sim, entrar no desconhecido e intrigante mundo da inteligência artificial pode dar um pouco de medo, mas por enquanto, Musk e sua equipe pretendem aplicar essa tecnologia na área da saúde, notadamente no tratamento de lesões cerebrais.
Como você acha que seria a humanidade caso algum dos projetos citados neste post fosse colocado em ação? Deixe um comentário com as suas impressões sobre o uso da inteligência artificial!
Fonte incrivel.club
Imagem de Tesla / Twitter, SpaceX / Youtube
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Espelhos e vampiros
Algumas culturas acreditavam que os espelhos refletiam uma "natureza interior", ou a alma da pessoa.
Esta crença antiga está na origem da lenda segundo a qual vampiros e outros demônios não têm reflexo no espelho - o que aconteceria pelo fato desses seres, mortos-vivos, não terem uma alma.
Espelho: Bloody Mary
Já ouviu falar dessa brincadeira chamada Bloody Mary? Se você se assusta com facilidade, melhor nem tentar.
Funciona melhor durante uma noite de tempestade. Consiste em apagar todas as luzes do quarto e ficar diante do espelho com uma vela acessa na mão.
Você dirá ao espelho três vezes: "Bloody Mary!", "Bloody Mary!", "Bloody Mary!".
Então, quando você menos esperar - ou melhor, quando seu corpo e sua psicologia decidirem te pregar essa peça - você verá a tal "Bloody Mary", ou "Maria Sangrenta", ao seu lado, no espelho.
Ou pelo menos é isso que diz a lenda, que faz parte do folclore ligado ao Halloween nos países anglo-saxões.
Espelho: Prisão de almas
Foto web divulgação
Na Inglaterra da era vitoriana, quando um morto era velado antes de ser levado ao cemitério, todos os espelhos da casa eram cobertos com tecidos - acreditava-se que a alma da pessoa morta poderia ficar presa nos espelhos.
Essa prática não era adotada só na Grã-Bretanha, mas também na América do Norte, na China, na ilha de Madagascar, na região da Crimeia e em Mumbai (na Índia).
O costume ainda é mantido por algumas famílias judaicas durante o "shiva", o luto de uma semana do judaísmo.
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